CANDEIAS e sua política de ARROCHO SALARIAL

 


Em 2026, com o salário mínimo nacional partindo de R$ 1.621,00 enquanto o salário base do servidor de Candeias permanece em R$ 1.640,00, a defasagem real de apenas R$ 19,00 expõe um retrato cruel da desvalorização do funcionalismo: mês após mês, a inflação corrói o poder de compra, o servidor perde dignidade e a cidade perde capacidade de reter profissionais qualificados, empurrando o município para um ciclo de baixo IDH, menos consumo, menos investimento local e menos oportunidades de emprego para a população que depende diretamente da economia pública.

O mais grave é que isso ocorre em uma cidade que arrecadou quase R$ 1 bilhão em 2025, somado a mais R$ 100 milhões em empréstimos autorizados pela Câmara, sem que a população perceba obras estruturantes, políticas de geração de emprego ou projetos de desenvolvimento sustentável, enquanto prefeito, vice, vereadores e secretários garantem reajustes acima da inflação; esse modelo de gestão revela um grupo político sem visão de futuro, que concentra renda no topo e empobrece a base, aprofundando a desigualdade e transformando Candeias em uma cidade rica no orçamento, mas pobre em qualidade de vida.

Enquanto isso, prefeito, vice, vereadores e secretários garantem reajustes acima da inflação, criando uma elite política blindada da realidade do povo.
Esse modelo concentra renda no topo e empurra a maioria da população para a sobrevivência, aprofundando a desigualdade social.

Candeias corre o risco de repetir o paradoxo de São Francisco do Conde, que tem um dos maiores PIBs per capita do Brasil, mas convive com graves problemas sociais.

Riqueza no papel não significa desenvolvimento real quando ela não chega à mesa das famílias.

Candeias é hoje o 6º maior PIB da Bahia, chegando perto de R$ 6 bilhões, mas esse poder econômico não se reflete em emprego, renda e dignidade.

Uma cidade rica que paga salários de pobreza está plantando um futuro de estagnação e frustração.

Sem valorização do servidor e sem investimento produtivo, o crescimento vira apenas estatística, não progresso.

Ou Candeias muda o rumo de sua política restrita de interesse de grupo ou transforma arrecadação em desenvolvimento humano, ou continuará sendo uma cidade bilionária em números e miserável em oportunidades.




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