OPORTUNISMO E PLÁGIO: A VELHA PRÁTICA DA DIREITA CANDEENSE E DOS PITÁGORAS NA CAMPANHA DE 2026
Há tempos vimos alertando a sociedade candeense sobre o modus operandi da direita candeense. Um grupo que não produz ideia, não apresenta proposta e vive de oportunismo. E o exemplo mais escancarado dessa prática está agora nas ruas da cidade, com o caso dos windbanners.
A candidata do PT, Marivalda da Silva, foi a primeira a inovar nesta campanha em Candeias. Há semanas, circula vídeo e registros da colocação de windbanners nas principais ruas e avenidas do município. Uma estratégia inteligente, limpa e respeitosa, que leva suas propostas e apresenta seus candidatos a presidente, governador e deputado federal, sem incomodar o pedestre e sem poluir visualmente a cidade.
A ideia de Marivalda obteve excelente aceitação popular justamente porque respeita o espaço público. Os banners são colocados de forma organizada, em pontos que não atrapalham a circulação e não criam obstáculos. É fazer campanha com criatividade e responsabilidade, algo que a direita candeense parece desconhecer.
E como sempre, onde há uma boa ideia da esquerda, surge o plágio da direita. Conforme vídeos que circulam nas redes, o grupo conhecido como Pitágoras e seus aliados da direita candeense copiaram na íntegra a estratégia. Mas como tudo que fazem, fizeram pior.
O que era para ser inovação virou poluição visual. Os windbanners dos Pitágoras estão sendo espalhados de forma desordenada pelos passeios de Candeias, passeios esses que já sofrem há décadas com falta de manutenção, cheios de obstáculos e buracos, colocando em risco principalmente idosos, pessoas com deficiência e mães com crianças de colo.
É o retrato do oportunismo: copiar sem ter a competência de executar. A campanha de Marivalda mostra proposta, mostra time, mostra projeto para Candeias, para a Bahia e para o Brasil. A campanha plagiada dos Pitágoras não mostra nada. Não apresenta candidato a presidente, não apresenta candidato a governador, não apresenta candidato a deputado federal. É um banner vazio, apenas por vaidade e por tentativa de marcar território.
Essa é a diferença fundamental que o eleitor candeense precisa enxergar. De um lado, uma candidatura que tem o que dizer. Do outro, um grupo que precisa copiar a forma, porque não tem conteúdo. O plágio é a confissão da falta de ideias.
O que os Pitágoras e a direita candeense chamam de campanha, nós chamamos de poluição e desrespeito. Poluição visual e desrespeito com o cidadão que precisa usar a calçada para ir ao trabalho, para levar o filho na escola e que agora tem que desviar de mais um obstáculo colocado de forma irresponsável.
Não é a primeira vez. Essa direita sempre viveu de surfar na onda do que a esquerda constrói. Quando não conseguem vencer no debate de propostas, partem para a cópia estética, para o barulho vazio. É o oportunismo político em sua forma mais pura e preguiçosa.
Candeias não precisa de cópia mal feita. Candeias precisa de manutenção nos seus passeios, de acessibilidade de verdade e de uma campanha eleitoral que discuta a cidade real, com seus buracos e obstáculos que o próprio grupo que hoje suja as calçadas ajudou a deixar no abandono quando esteve no poder.
Fica aqui o alerta à sociedade candeense: fiquem atentos ao plágio. A original caminha com propostas e respeito ao povo. A cópia dos Pitágoras caminha com poluição, com oportunismo e sem dizer a que veio. O povo de Candeias sabe diferenciar quem cria e quem apenas copia.
Por fim, exigimos que os órgãos de fiscalização e a própria Justiça Eleitoral observem essa prática abusiva de ocupação das calçadas. Fazer campanha não pode ser sinônimo de atrapalhar a vida do candeense. Quem quer cuidar da cidade precisa começar respeitando a calçada do cidadão.